segunda-feira, 17 de julho de 2017

MESMO ABALADO E PREOCUPADO, PELO DESEMPREGO, O CRENTE, O CRENTE SE ALEGRE

O desemprego traz consigo várias aflições e provações e normalmente também uma profunda crise emocional. De maneira nenhuma queremos minimizar tudo isso, mas desejamos animá-lo! Encorajá-lo a lançar todas as suas ansiedades sobre o Senhor Jesus Cristo, pois está escrito: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós" (1 Pe 5.7). Você notou que este pequeno versículo contém uma exortação e uma promessa? A exortação é: "lançando sobre ele toda a vossa ansiedade." Portanto, não devemos entregar-Lhe as ansiedades de maneira vacilante ou até com dúvidas, mas devemos literalmente lançá-las sobre Ele! Isto quer dizer: distanciar-se delas de maneira decidida. E a promessa é: "porque ele tem cuidado de vós." O próprio Senhor sabe o que é o melhor para você, pois Ele sempre tem em mente o que é melhor para sua vida! Porém, às vezes temos muitas dificuldades em entendê-lo e em nos firmarmos pela fé nessa verdade espiritual. Por quê? Porque em nossa miopia humana sempre pensamos que o melhor é "ter o sol brilhando a cada dia". De maneira nenhuma! São justamente os caminhos profundos que nos levam à comunhão dos Seus sofrimentos e, assim, a uma comunhão mais íntima com o Senhor!    Por isso, lance suas ansiedades sobre Ele e confie nEle! Isto não quer dizer que você deva cruzar os braços e deixar de procurar emprego! Lançar sobre Jesus todas as nossas ansiedades não significa que devemos resignar-nos e agarrar-nos em nossas idéias pré-concebidas sobre o que fazer ou deixar de fazer. Significa: "Senhor, eu lanço todas as minhas ansiedades sobre Ti e peço-Te: Guia-me segundo a Tua vontade e protege-me de caminhos errados". Quem confia no seu Senhor de maneira absoluta e fica atento à Sua direção, no final poderá exclamar com Davi: "...o Senhor me ouve quando eu clamo por ele" (Sl 4.3b). Pois: "O caminho de Deus é perfeito; a palavra do Senhor é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam" (2 Sm 22.31).
Fonte: chamada.com.br/mensagens/desemprego.html

sexta-feira, 5 de maio de 2017

CHAMADO PARA A COMUNHÃO! (RETIRO DE 1ºdeMaio DA COMUNIDADE RAMA Sul)

Ao meditarmos no Salmos 133, as vezes não consideramos, que ali se encontra um Importantíssimo Mandamento, qual o Senhor tem para nós: a União é uma Grande Benção. Será que o lugar da Benção seria somente no monte? Creio que o sentido da benção, está muito condicionada a nossa união, também!
Salmos 133:1-3
KJA
ACF
ARA
NTLH
NVI
Como é feliz e agradável observar quando os irmãos vivem em fraternidade! É como um bálsamo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba como se fosse a barba de Arão, até a gola de suas vestes sacerdotais. É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Porquanto ali o SENHOR oferece a sua bênção: vida para hoje e por toda a eternidade!
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união. É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes. Como o orvalho de Hermom, e como o que desce sobre os montes de Sião, porque ali o Senhor ordena a bênção e a vida para sempre.
Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união! É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desceu sobre a barba, a barba de Arão, que desceu sobre a gola das suas vestes;  como o orvalho de Hermom, que desce sobre os montes de Sião; porque ali o Senhor ordenou a bênção, a vida para sempre.  
Como é bom e agradável que o povo de Deus viva unido como se todos fossem irmãos! É como o azeite perfumado sobre a cabeça de Arão, que desce pelas suas barbas e pela gola do seu manto sacerdotal. É como o orvalho do monte Hermom, que cai sobre os montes de Sião. Pois é em Sião que o SENHOR Deus dá a sua bênção, a vida para sempre.
Como é bom e agradável quando os irmãos convivem em união! É como óleo precioso derramado sobre a cabeça, que desce pela barba, a barba de Arão, até a gola das suas vestes. É como o orvalho do Hermom quando desce sobre os montes de Sião. Ali o Senhor concede a bênção da vida para sempre.

O Senhor, quer isso pra nós! Por exemplo, nos deixou essa Palavra clara, no seu discurso de despedida: "SEJAMOS UM, ASSIM COMO O PAI E O FILHO, O SÃO"( João17:21)...POIS, FOI ASSIM QUE FOMOS CRIADOS( Genesis1:26,27 ). Tanto que esse mandamento, o Senhor Jesus, nos disse que demonstraria nossa perfeição. Isso fica claro, quando pensamos que no Arrebatamento, subirá uma única Igreja, ou também, quando há o casamento perfeito: Marido e Mulher, são ligadíssimos! E pensando nisso como exemplo, notamos que estamos muito longe, da “perfeição”, e erroneamente, procurando o que mais pode ser corrigido entre nossos irmãos, pra cumprir o Hebreus6:1-2...devemos focar na União! Esse é o mandamento: ...PARA QUE ELES SEJAM PERFEITOS EM UNIDADE...(João17:23).
É notório que não é fácil, pra não dizer: impossível....sem a ajuda do Espirito Santo. Pois, embora digamos, e até reconheçamos: “a união, faz a força”...sempre procuramos construir muros e paredes de julgamento e separação entre os irmãos! Até, quando vimos o Homem se unindo, foi pra fazer algo semelhante a isso: Todos estavam unidos e se comunicando(Genesis11:1-6), assim construíram uma torre! Quão admirável foi essa união! Mas Não O Fruto! Em vez de fazerem algo para demonstrar exemplos bons!
Também, há exemplos de grandes feitos para o Povo de Deus, com a Unidade: ...então caiu o Temor sobre o povo, e saíram como um só homem...(1Samuel11:7); após o momento de Livramento para os Judeus, que veio com uma união de jejum e clamor(Ester4:16), o povo reconstruí os muros de Jerusalém e o Altar é levantado( Esdras3:1,9 ). Enfim, são exemplos do A.T., qual o Apóstolo Paulo entendeu, e por isso tinha autoridade para exortar os irmãos de Roma e Corintios( 1Corintios1:10; Romanos12:16). Ele entendeu que o fruto de nossa perfeição, seria a União e Comunhão...vivemos lutando para sermos Um: No Casamento; Na Comunhão Como Irmãos; Na Comunhão Entre Denominações Diferentes! Temos de ajudar-nos, para cumprir!
Deus Nos Tem Chamado Atenção Para Isso!  

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

PALAVRA DO Pastor ÉRICO: ONDA GIGANTE CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL

PERSEGUIÇÃO QUE VEM SOBRE NÓS

ONDA GIGANTE CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL
                                   PR. Érico  Rodolpho  Bussinger

     Eu tenho recebido muitas revelações de Deus sobre o Brasil. Confesso, entretanto,  que não me sinto à vontade neste ministério profético.  Preferiria, ao contrário, ser apenas um pastor ou líder, apresentando muitos resultados.  Eu me sinto como o profeta Amós (Am7:14,15), quando repreendido por profetizar no outro Israel.  Ele se disse apenas um boieiro (pastor de gado miúdo) e colhedor de sicômoros. Ou seja, ele tinha outra profissão. Mas que estava cumprindo apenas um chamado específico de Deus para que entregasse aquelas profecias. Ele não pretendia “viver de profecias”.  
    Semelhantemente eu também não pretendo atender a convites ou correr atrás de “curtidas” com o compartilhar dessas profecias.  Acredito, entretanto, que o Senhor Deus, talvez pela omissão ou incompletação de outros, me tenha dado essa atribuição específica, porque é da vontade de Deus “marcar” profeticamente e com antecedência os principais fatos no mundo e mostrar o que eles têm a ver com Deus (Am.3:7).
     De um modo geral as profecias que Deus tem me dado se encaixam bem nas palavras do livro de Amós e caracterizam no Brasil o início de uma época de maldições, em que a mão de Deus pesará sobre a nação, devido ao sal (a igreja) estar sendo insípido. E em conseqüência a nação está tomando rumos contrários aos padrões bíblicos. Essas decisões representam o conjunto de ações dos três poderes da nação, todos em sentido contrário a Deus. E de acordo com o Sl.2 o Senhor está aceitando o desafio.
     As pessoas não se entenderão, as autoridades se locupletarão, a convulsão terá lugar, pois a Economia também andará para trás. A insegurança se levantará assustadoramente. As famílias ficarão aterrorizadas. As catástrofes da natureza se sucederão. Muitas mortes completarão o quadro de uma guerra civil e muito sangue será derramado em sólo brasileiro. Isso tudo já tem sido anunciado e constituirá um quadro típico de um período de aproximadamente 2 anos, antes que venha uma estabilização da nação, já bastante empobrecida, dizimada e totalmente alinhada com os rumos do Anti-Cristo (EUA + Europa).
     De uma forma específica, agora, Deus está me revelando que acontecerá uma onda gigantesca de perseguição aos evangélicos no Brasil. Estarão alinhados a mídia, os governantes (os 3 poderes), as forças do crime (que até agora têm sido condescendentes com os cristãos, pelo fato de uma maioria de seus membros ser originária de igrejas evangélicas – filhos de crentes ou desviados), as forças políticas, além dos principais interesses econômicos.  Muitos evangélicos em desespero tentarão ir para o exterior e outros se mudarem para demais regiões do país. As igrejas serão perseguidas e assaltadas. Tudo com a permissão de Deus. É a perseguição da dor, que visará fazer os cristãos chorarem e se arrependerem, cumprindo assim 2Cr.7:14.
     Em conseqüência dessa grande perseguição, que trará um despertamento espiritual movido pela dor, é que haverá um avivamento espiritual que agradará a Deus. Depois de tudo, muitas conversões verdadeiras acontecerão.Muitos se voltarão para Deus. Em todas as igrejas.  Mas nunca mais os evangélicos terão influência sobre os rumos da política. Serão tempos novos. O país estará totalmente alinhado com o espírito do Anti-Cristo.
     Mas até lá, Deus terá conseguido o efeito bom que visava com o Seu povo no Brasil, o que não tem acontecido até então.
     Leia e contextualize o livro de Amós.
     A bênção de Deus.

                                                  Niterói-RJ, 18 de janeiro de 2017

VOCÊ NÃO ESTÁ ABANDONADO!

Qual de vocês que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma, não deixa as noventa e nove no campo e vai atrás da ovelha perdida, até encontrá-la?” (Lucas 15.4).
Com quanta fidelidade o amor de Deus lhe acompanhou em cada passo de sua jornada! Quantas vezes você pôde sentir o afeto de seu Salvador! Mesmo assim, certamente aconteceram diversas falhas das quais você nem gosta de lembrar. Como é bom que os filhos de Deus têm a chance de recomeçar, seguros nas mãos do Senhor Jesus. Como é bom saber que o versículo a seguir também vale para nós: “Lavrem seus campos não arados e não semeiem entre espinhos” (Jeremias 4.3).     Assim, enquanto olhamos para trás e lembrarmos da nossa caminhada, depositamos nossos bons propósitos com plena confiança na mão de Deus. Montamos cuidadosamente nossas ideias e planos como se fossem blocos de construção coloridos. “Senhor, conceda êxito!” De alguma maneira, pretendemos evitar erros antigos, já que – como imaginamos – aprendemos as lições do passado!    A dúvida, porém, é saber qual dos blocos colocamos primeiro em nossa “torre”. Qual deles terá prioridade? Leitura bíblica? Oração e hora devocional? Dedicação ao trabalho da igreja? Casamento e educação dos filhos? Trabalho e subsistência? Saúde? Férias? Aquisições?    Enquanto cada pessoa constrói sua torre, observamos que, sem muita demora, esta começa a balançar consideravelmente. Resignada, a pessoa fica zangada consigo mesma e sente que rapidamente cansou em sua luta na fé. Assim, seguem-se os dias, passam-se os anos.    O que, no entanto, você poderá apresentar ao seu Senhor como o resultado da sua vida? Você está animado com essa ideia? Ou ela o desanima e leva ao desespero? Você alguma vez já se deu conta de que o Deus vivo está observando os rastros da sua vida justamente nesses momentos? Lembre-se que Deus não fica indiferente com o que se passa em seu coração.

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

COMO IDENTIFICAR UMA BOA IGREJA?

   O que caracteriza uma boa igreja, e que segue o modelo Bíblico?  Crucial para a resposta é Mateus 18.20: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles”.  O próprio Cristo deve ser o enfoque central – não um pastor, sermões fascinantes, ou mesmo uma forte ênfase missionária, programas interessantes para jovens, boa comunhão entre os membros, ou até doutrinas saudáveis, embora todos estes fatores sejam muito importantes. Um amor fervoroso por Cristo, juntamente com louvor e adoração à Pessoa de Jesus, pelo grupo todo, vindo do fundo do coração, deve ser a principal marca de uma igreja saudável. A igreja primitiva era assim. Ela se reunia regularmente no primeiro dia da semana em lembrança da morte do Senhor. Aquela efusão semanal de adoração, louvor e ação de graças tinha um propósito – dar a Deus Seu reconhecimento devido. Não é principalmente uma questão das minhas necessidades, minha edificação, meu prazer ou minha satisfação espiritual, mas do valor dEle aos meus olhos e aos olhos da igreja. Em minha opinião, nosso enfoque secundário deveria ser nossa oportunidade para servir com um grupo de crentes. Dou de mim mesmo a um povo necessitado, imperfeito, por quem posso orar, com cujas necessidades posso me preocupar de maneira prática, a quem posso estimular e ministrar a Palavra, e em meio a quem posso demonstrar e realizar o desejo de Cristo de que os Seus “sejam um”. Esta comunhão é uma ordem: “Não deixemos de congregar-nos” (Hebreus 10.25). É nosso prazer nos reunirmos com o povo de Deus em orações de intercessão e estudo da Palavra, ou somente a manhã dos domingos já é suficiente? Uma igreja saudável não irá se reunir somente com Ele, mas também uns com os outros. Por fim, preciso avaliar minhas próprias necessidades espirituais. Os pastores devem providenciar alimento espiritual que irá nutrir o rebanho, para que possa “ser perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra” (2 Timóteo 3.17). Esta é uma grande ordem e requer, logicamente, um rebanho disposto a aprender, que ame a Palavra e que aceite sujeitar-se a ela. Os pastores também devem guardar o rebanho de Deus, mantendo-o livre de doutrinas falsas e perigosas, contrárias à verdade. Eles devem se apegar à pura Palavra de Deus como a única autoridade de fé e padrões morais. Então, talvez você diga: “Maravilhoso! Conduza-me a uma igreja como essa”. Lembre-se, entretanto, da ordem por prioridades: adorar (você adora sinceramente, de todo o coração, de maneira que satisfaça o objeto do seu louvor?); servir (você serve, da forma como Jesus mesmo nos deu exemplo, com humildade e alegria?); necessidades pessoais (você está crescendo, amadurecendo, assumindo o caráter de Cristo?). A decisão final quanto à filiação a uma igreja deve ser sua, em oração. Seu louvor pessoal ao Senhor é algo tão cheio de alegria e satisfação, tanto para você quanto para Ele, de forma que supere outras considerações? Suas oportunidades de servir aos irmãos e irmãs são suficientemente significativas? Ou as preocupações com a doutrina e a falta de pregação e ensinamento bíblicos cancelam as duas questões anteriores? Você deve buscar o Senhor para ouvir a resposta dEle. A segurança reconfortante do Senhor, entretanto, permanece: “Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mateus 18.20). 
Fonte: chamada.com.br/perguntas_respostas/boa_igreja.html

segunda-feira, 14 de novembro de 2016



                      Adore como um só Corpo



O salmista declara: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do SENHOR” (Salmo 122:1, ênfase do autor). As distrações do mundo, a teologia incorreta ou o pecado que habita em nós podem nos levar a perder de vista o motivo pelo qual devemos estar alegres por nos reunirmos no Dia do Senhor. Podemos até começar a pensar que as devoções particulares são um substituto adequado, se não superior, às reuniões com a igreja.
Obviamente, tanto a adoração particular como a do Corpo são vitais para o nosso relacionamento com Deus. No entanto, há razões pelas quais o escritor de Hebreus nos advertiu para não seguirmos “o costume de alguns” de negligenciar o reunir-se com o corpo (Hebreus 10:25). Eis aqui oito razões:
A obediência à Palavra de Deus
Enquanto Hebreus 10:25 afirma diretamente que não devemos deixar de nos reunir como igreja, o uso repetido da frase “quando vocês se reúnem”, por Paulo, em 1 Coríntios 11 e 14 indica que os coríntios estavam se reunindo regularmente. Ele refere-se com frequência à igreja como a casa deste ou daquele, e podemos supor que ele não se referia à “igreja” como estrutura física, mas sim às pessoas que se reuniam regularmente naquela casa.
O Espírito que trabalha por meio de outros
Devemos ser capazes de encorajarmos uns aos outros no Senhor através do estudo bíblico, oração e louvor. Mas Deus também ordena que o fortalecimento venha através de outras pessoas. “Não podem os olhos dizer à mão: Não precisamos de ti; nem ainda a cabeça, aos pés: Não preciso de vós” (1 Coríntios 12:21). Ninguém tem todos os dons. Deus não pode edificar-me através de dons como a pregação, o encorajamento, a compaixão, a liderança e a fé a menos que eu esteja em comunhão com os irmãos para experimentar esses dons.
Servindo em Ação e Atitude
Quando eu louvo a Deus através da música, oro ou leio a Bíblia sozinho, eu abençoo a mim mesmo. Quando faço essas coisas com os outros, eu posso ser um canal da multiforme graça de Deus para eles (1 Pedro 4:10). Meu semblante e envolvimento cheio de entusiasmo, bem como o desenvolvimento de meus dons espirituais, são todas maneiras pelas quais eu posso demonstrar às pessoas a dignidade do Deus que adoramos. Colossenses 3:16 nos diz que cantar é uma das maneiras de ensinarmos e aconselharmos uns aos outros. Isso requer mais do que cantar comigo mesmo ou com o meu celular.
Manifestações da Presença de Deus
Enquanto tentava equilibrar a preferência dos coríntios por certos dons espirituais, Paulo observou como esses dons podem despertar um incrédulo para a presença de Deus. David Peterson escreveu: “O texto de 1 Coríntios. 14:24-25 sugere que Deus está presente de um modo distinto na reunião cristã através de sua palavra e da operação do seu Espírito” (Engaging with God, [Envolvendo-se com Deus], página 196). Sem fazer dos encontros experimentais com Deus o nosso principal objetivo, devemos esperar que Ele nos torne mais conscientes da sua presença quando nos reunimos como igreja.
A Voz de Deus através da Pregação
A tecnologia atual nos permite ouvir sermões que perdemos ou mensagens de igrejas que nós nem sequer frequentamos. Mas quando a igreja se reúne em um mesmo lugar e ao mesmo tempo para ouvir, com expectativas, a Palavra de Deus ser proclamada, é um evento único. O próprio Deus se dirige a nós como o seu povo. O Espírito trabalha em nossos corações para nos convencer, confortar, iluminar e exortar. Ouvimos a voz de Deus através de um porta-voz humano e somos transformados.
Demonstrando Unidade no Evangelho
Ser um em Cristo é mais do que reunir-se regularmente no mesmo local, mas também não é menos do que isso. Cantar canções, recitar credos e ler as Escrituras juntos são formas de declarar a mim mesmo e aos outros que eu faço parte de um templo santo, e que não sou apenas um tijolo aleatório ou uma pedra solta (Efésios 2:19-22). “A proclamação cristã pode tornar o evangelho audível, mas os cristãos que vivem juntos em congregações locais tornam o evangelho visível (ler João 13:34-35)” (Mark Dever, The Church: The Gospel Made Visible, [A Igreja: o evangelho visível], página xi).
Morrer para Si
Vamos admitir—é mais fácil adorar a Deus sozinho do que com os outros. As reuniões na Igreja apresentam muitas implicações, tais como espaço insuficiente, pessoas que tomam meu lugar, vozes irritantes, músicas que eu não gosto e pessoas com problemas. No entanto, essas reuniões são oportunidades ideais para cultivarmos a atitude humilde de Cristo (Filipenses 2:1-5) e morrermos para nós mesmos.
Prenúncios do Céu
Quer saber como será no céu? Vá à igreja. O canto pode não ser tão excelente, os números podem ser drasticamente reduzidos e as pessoas podem vir todas da mesma etnia. Mas Hebreus 12 diz que já chegamos “à Jerusalém celestial, e aos milhares de milhares de anjos em alegre reunião, à igreja dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus, e a Deus, juiz de todos os homens, e aos espíritos dos justos aperfeiçoados, e a Jesus, mediador de uma nova aliança” (versículos 22-24). Jesus nos trouxe para perto do Pai através da sua obra expiatória consumada no Calvário. Podemos nos aproximar com ousadia ao trono da graça com o seu povo (Hebreus 10:19-22). Isso é o céu.
                                                                                                         Fonte: Fiel